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Abertura do Festival de Música de Itajaí - Zélia Duncan (Foto: Nana Moraes)

  Abertura do Festival de Música de Itajaí - Zélia Duncan (Foto: Nana Moraes)

Zélia Duncan abre o 11º Festival de Música de Itajaí

04 de Setembro de 2008 - 10:38 hrs.

De 06 a 13 de setembro Itajaí realiza um dos mais importantes Festivais de Música do país. Com o intuito de proporcionar ao público a oportunidade de assistir a grandes espetáculos musicais, a organização do Festival realiza os shows de abertura e encerramento gratuitos e os shows do Teatro Municipal a preços populares. O show de abertura, realizado no Centro de Eventos de Itajaí (Parque da Marejada), será com a cantora e compositora Zélia Duncan, que apresenta o show "Pré Pós Tudo Bossa Band", às 21 horas, com entrada gratuita. A abertura do show fica por conta das cantoras Bárbara Damásio, Giana Cervi e Keila Araújo.

Além de Zélia Duncan, outros grandes nomes da MPB sobem ao palco do 11º Festival de Música de Itajaí, que acontece em vários pontos da cidade, de 06 a 13 de setembro. Na Mostra Nacional se apresentam Cláudio Dauelsberg "PianOrquestra", Rabo de Lagartixa, Barbatuques, Jair Rodrigues, Francis Hime, Fátima Guedes e Roupa Nova. O Festival traz 27 Oficinas e dois Workshops e ainda eventos paralelos como Jam Session, Roda de Choro e Samba, Hora da Sineta, MPB no Teatro, Exposição de Fotografias e a exibição do documentário em comemoração aos 10 anos do Festival.

Neste show, em Itajaí, Zélia apresenta o repertório do álbum "Pré Pós Tudo Bossa Band", modificado pela execução da artista e pela assinatura de cada músico envolvido. A artista vai permeando o repertório com algumas músicas que marcaram e que fazem ligação com esse roteiro, como "O Meu Lugar", "Verbos Sujeitos", "Capitu" e "To". O disco recebeu três prêmios importantes, Revista Bravo (melhor álbum) e dois prêmios TIM de Música (melhor álbum pop/rock e melhor cantora pop/rock).

Uma das novidades é a inédita "Chega Disso", de Alzira E. e Arruda, dupla de compositores de SP. E ainda, pra não perder o hábito, "Próxima Encarnação", de Itamar Assumpção, onde faz a citação da música "Cigarra", de Milton e Brant.

A banda é composta por Ézio Filho (contrabaixo e direção musical), Léo Brandão (teclados e acordeon), Webster Santos (violões, guitarra, bandolim, lap steel e cavaquinho), Jadna Zimmerman (percussão e flauta) e Geórgia Câmara (bateria).



Biografia

Nascida em Niterói, Zélia mudou-se para Brasília aos seis anos de idade. Em maio de 1981, enviou uma fita à Sala Funarte de Brasília que, na época, concedia espaço, através de concursos, para apresentação de novos artistas. Foi classificada em primeiro lugar e apresentou um show que teve grande repercussão e é considerado o marco inicial de sua carreira. O evento ainda lhe rendeu a oportunidade de representar Brasília no "Projeto Pixinguinha", cantando ao lado de nomes consagrados como Wagner Tiso e Cida Moreyra.

Em 1987, de volta ao Rio de Janeiro, trabalhou como locutora de rádio, fazendo jingles, e cursou teatro na Casa das Artes das Laranjeiras. Paralelamente, montou sua primeira apresentação no Rio de Janeiro. Dois anos depois, no final de 1989 se apresentou com o show "Zélia Cristina no Caos", dirigido por Ticiana Studart. A partir deste show, surgiu o convite do Estúdio Eldorado para gravar seu primeiro disco: "Outra Luz". Neste trabalho, Zélia gravou uma faixa com Luiz Melodia e obteve duas indicações ao Prêmio Sharp - Revelação e Melhor Cantora Pop/Rock.

Em maio de 1992, agora com um som mais acústico, montou banda, botou o pé na estrada e fez uma temporada na boate Torre de Babel, tão bem sucedida que acabou recebendo do produtor Guto Graça Mello, o convite, mesmo que sem compromisso, para fazer algumas gravações em seu estúdio.

Logo após, convidada por Almir Chediak e acompanhada pelo músico Marco Pereira, no Estúdio Sinth, Zélia gravou "Sábado em Copacabana", uma das faixas do songbook de Dorival Caymmi. Foi durante essa gravação que recebeu o convite da produtora Beth Araújo (que mais tarde tornou-se sua empresária), para gravar, pela Warner, seu segundo disco.

O disco "Zélia Duncan" foi lançado no final de 1994. A maioria das faixas foi composta em parceria com o amigo Christiaan Oyens, que também tocou bateria, bandolim e violão. Em 1995, "Catedral", versão de Zélia e Christiaan para a música Cathedral Song, de Tanita Tikaram, entrou na trilha sonora da novela "A Próxima Vítima" (TV Globo), projetando o trabalho da cantora para todo o Brasil. "Catedral" conquistou o primeiro lugar nas principais rádios do país. O disco foi indicado na parada anual da revista Billboard, como um dos melhores discos latinos de 1994, ao lado de "Fina Estampa", de Caetano Veloso.

Em 1996 Zélia passou dois meses em estúdio, preparando o terceiro disco. A canção "Enquanto Durmo", entra na trilha sonora da novela "Salsa & Merengue" (TV Globo), antes mesmo do lançamento do disco, que aconteceu em novembro no Tom Brasil, em São Paulo. Já no primeiro mês, o disco atingiu as 80 mil cópias vendidas.

Em outubro de 1998, chega às lojas "Acesso", o quarto disco da cantora. Zélia reafirma seu estilo, mistura folk, rock, blues, funk, rap, reggae e o resultado é um som deliciosamente POP.

Em 2001, Zélia assina com a gravadora Universal Music e no mês de abril todos os jornais das principais capitais destacaram o lançamento do disco "Sortimento". A turnê "Sortimento" passou pelos quatro cantos do Brasil e após um ano de apresentações bem sucedidas em palcos de todas as dimensões, Zélia decide registrá-lo em DVD. A gravação acontece no SESC Vila Mariana, em quatro apresentações com lotação esgotada.

"Eu me Transformo em Outras" (2004) é o título de seu sétimo disco e a veia de intérprete aflora com toda força. O repertório, pinçado de sua memória musical, traz de Aracy de Almeida a Tom Zé. O disco nasceu a partir de um espetáculo, a princípio com a única pretensão de ser um "show de meio de semana", mas a empatia com o público e as nuances do repertório despertaram na cantora um desejo de "levá-lo para casa". Desse disco, duas músicas entram em trilhas de novelas Globais: "Diz nos meus Olhos (Inclemência)" na novela "Alma Gêmea", e "Jura Secreta", na novela "Da Cor do Pecado".

Zélia está sempre envolvida com projetos paralelos à sua carreira. Um desses "projetos paralelos" de 2004 foi o show de lançamento do CD "Isso vai dar Repercussão", de Naná Vasconcelos e Itamar Assumpção. Na época do lançamento Itamar já havia falecido e Zélia foi chamada como a representante, mais do que legítima, do compositor.

Em 2005, Zélia lança "Pré Pós Tudo Bossa Band". Lenine, Lulu Santos, Moska, Pedro Luís, Lucina, Itamar Assumpção e outros parceiros acompanham a intérprete e compositora em mais uma incursão pelo universo que tanto a atrai: a música, livre de rótulos e sem fronteiras. Ainda em 2005, em parceria com Bia Paes Leme, Zélia produziu a caixa "Timoneiro" (05 discos) em homenagem aos 70 anos de Hermínio Bello de Carvalho.

Em 2006 Zélia completou 25 anos de carreira. Paralelamente à turnê do disco "Pré Pós Tudo Bossa Band", Zélia parte para uma nova aventura musical. A cantora conhece Sérgio Dias (Mutantes) na gravação do DVD dos "Britos", do qual os dois participam, e poucos meses depois é convidada por Sérgio a fazer os vocais de Rita Lee na volta dos Mutantes. Pouco mais de um mês depois, Zélia Duncan, Sérgio Dias, Arnaldo Baptista e Dinho Leme (Os Mutantes) embarcam para Londres, local escolhido para a primeira apresentação da banda para comemorar o retorno de uma das bandas que mais influenciou a música brasileira. No mesmo ano ganhou o Prêmio TIM nas categorias "Melhor Disco" (Pré Pós Tudo Bossa Band) e "Melhor Cantora".

Em agosto surge uma nova proposta: a pedido de uma casa de shows de São Paulo, Zélia e Simone prepararam um show juntas em única apresentação. Em dezembro, as duas voltam a se encontrar para mais uma apresentação, desta vez no Rio de Janeiro. Ainda em novembro de 2006, Zélia grava seu terceiro DVD, o registro do show "Pré Pós Tudo Bossa Band", que aconteceu no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Atualmente, paralelo à turnê "Pré Pós Tudo Bossa Band", Zélia segue em turnê com a cantora Simone, com o show "Amigo é Casa".



Os músicos que acompanham Zélia Duncan:

Ézio Filho (contrabaixo e direção musical)

Estudou harmonia, técnicas de composição contemporânea e instrumentação com Sergio Benevenuto e técnicas de arranjo com o professor Blass Rivera. Foi aluno de baixo elétrico de Arthur Maia, que o incentivou a acompanhá-lo em shows e gravações, o que foi fundamental para sua formação profissional.

Ao mesmo tempo em que se formava como músico, começou a trabalhar na área de produção de discos, o que mais tarde o levaria a montar um estúdio de gravação (EG Studio). Foi então adquirindo conhecimento com pesquisas e estudos na área de áudio junto a uma formação prática diária em estúdio. Atualmente, trabalha também como técnico de gravação, mixagem e masterização em grande parte das produções nas quais atua.

Esse conjunto de experiências levou Ézio Filho a trabalhar como produtor musical. Recentemente montou um estúdio e produtora (Audiolume) voltado a produção de audiovisual em formato 2.0 e 5.1 e atende a TV, Cinema, produção de Audiobooks e mercado publicitário, além de pré-produção, edição de áudio, mixagem e masterização para CDs e DVDs.

Participou de diversos trabalhos como produtor musical, tanto para o mercado independente e de pequenos selos fonográficos até grandes gravadoras multinacionais. Tem trabalhado também, nas áreas de produção de trilhas para TV e mercado publicitário.

Como baixista, participou em shows e gravações com grandes artistas como, Leila Pinheiro, Djavan, Simone, Cláudio Zoli, Dalto, Isabella Taviani, Leo Gandelman, Marcio Montarroyos, Victor Biglione, Jean Peirre Zanella e Zélia Duncan. A partir de 1994 começou a fazer a direção musical dos shows de Zélia Duncan e participou como produtor musical em seus dois DVDs ao vivo: "Sortimento Vivo" e "Pré Pós Tudo Bossa Band – O Show".



Léo Brandão (teclados e acordeon)

Leo Brandão já trabalhou em shows com grandes artistas de renome nacional como Simone, Sandra de Sa, Isabella Taviani, Ana Carolina, Oswaldo Montenegro, Pepeu Gomes e Zélia Duncan.

Em estúdio, fazendo gravação, arranjos ou produção, trabalhou com Zélia Duncan, Ivan Lins, Marina Lima, Simone, Flávio Venturini, Maria Bethânia, Oswaldo Montenegro, Pepeu Gomes, Leo Gandelman, Jaques Morelenbaum, Ana Carolina, Jorge Vercilo e Meme.



Webster Santos (violões, guitarra, bandolim, lap steel e cavaquinho)

Natural de Salvador, seu primeiro contato com o violão foi com oito anos de idade. Fez curso básico de violão e formou-se em Licenciatura em Música pela Universidade Católica de Salvador em 1996. Trabalhou com vários artistas baianos como Daniela Mercury, Saul Barbosa, Edson Gomes, Vânia Abreu, Tuzé de Abreu, Clara Ghimel, Confraria da Basófia, entre outros.

Começou suas atividades com publicidade, gravando trilhas e jingles nos estúdios Zero, Corsário, entre outros. Em São Paulo há 10 anos, estudou com professores locais como Mozart Mello, Joe Mograbhi (guitarra), Cláudio Leal (Harmonia, Re-Harmonização e Arranjo). Foi colunista por um ano da revista Guitar Player do Brasil. Tocou com vários artistas no Brasil e exterior como Tom Zé, Ceumar, Chico Cézar, Rita Ribeiro, Zeca Baleiro, Mônica Salmaso, Vanessa da Mata, Nelson Ayres (Trio) Projeto Disco de Ouro (um projeto do SESC com Zizi Possi, Miúcha, MPB 4, Isabela Pandovani e Renato Braz), entre outros.



Jadna Zimmermann (percussão e flauta)

Jadna Zimmermann é formada em Música pela UDESC em Florianópolis. Como percussionista, tem como seu principal formador Robertinho Silva. Além dele, estudou com diversos mestres da percussão brasileira como Odilon Costa, Marcos Suzano, Marcio Bahia, Tizumba, Mestre Humberto, Durval Pereira, entre outros.

Atualmente é percussionista da banda de Zélia Duncan, professora do centro de bateria e percussão Maracatu Brasil no Rio de Janeiro e integrante do grupo Batucajé (projeto de percussão experimental brasileira) com Robertinho Silva, Simone Sou e Alfredo Bello.



Geórgia Câmara (bateria)

Natural do Rio de Janeiro iniciou os estudos de percussão sinfônica na Escola de Música Villa Lobos e estudou bateria com Marcio Bahia. Graduou-se no Bacharelado em MPB na UNIRIO onde atualmente cursa Mestrado em Musicologia. Fez parte da Itiberê Orquestra Família tendo gravado com o grupo os CDs "Pedra do Espia" e "Calendário do Som" (este todo com composições de Hermeto Pascoal).

É integrante da Orquestra Lunar, que teve seu CD indicado ao Prêmio TIM 2008 na categoria melhor Grupo de MPB. Como baterista e percussionista, atua no circuito de choro e samba carioca tendo acompanhado Joel Nascimento, Nilze Carvalho, Ana Costa, Áurea Martins, Daniela Spilman, entre outros. Acompanha a cantora Zélia Duncan desde janeiro de 2008 na turnê do CD "Pré Pós Tudo Bossa Band" e na turnê do CD "Amigo é Casa", com Simone e Zélia Duncan.




Bárbara Damásio, Giana Cervi e Keila Araújo abrem o show de Zélia Duncan



A idéia do show de abertura que reúne as três cantoras surgiu na Câmara Setorial de Música, encontro que acontece mensalmente no Conservatório de Música Popular Cidade de Itajaí, onde os músicos locais discutem políticas públicas voltadas para a música.

O músico Rafaelo de Góes propôs que as cantoras que já abriram shows nas outras edições do Festival se juntassem num só show para uma grande confraternização. Apesar de cada uma ter um estilo, as três escolheram o samba e a bossa, e vão homenagear Dorival Caymmi, Tom Jobim, Gonzaguinha e Baden Powell. A direção musical ficou por conta do músico Willian Goe.

"Nossa idéia é fazer com que o público se identifique com a nossa apresentação, escolhemos músicas conhecidas e compositores de extrema importância para a música brasileira", afirma Bárbara Damásio.

Os músicos que acompanham o trio são Willian Goe (bateria e direção musical), Chico Preto (percussão), Rafaelo de Góes (violão) e Duda Cordeiro (baixo).

As cantoras

A trajetória de Bárbara Damásio é marcada por shows com artistas da região e cursos realizados em todo o país. Em 2006, durante o 9º Festival de Música de Itajaí, ela abriu o show da cantora Leny Andrade, conhecida no mundo todo como a primeira dama do jazz. Apresentou em junho de 2007 e em abril de 2008 no Teatro Municipal de Itajaí, o show "Bárbara canta Chico", sucesso de público e de crítica.

O lançamento de seu primeiro disco está previsto para fevereiro de 2009, onde apresentará canções inéditas de compositores de Santa Catarina. Bárbara é professora de canto do Projeto Arte nos Bairros, e de Musicalização do Núcleo Itajaiense de Dança Alicia Alonso.

Giana Cervi destacou-se como solista, no musical "Lendas da Ilha", dirigido pelo cantor e compositor Oswaldo Montenegro, no ano de 2000. Depois, participou da gravação do CD com a trilha sonora do mesmo show.

Em 2001, Giana fez a abertura do show de Renato Borghetti no 4º Festival de Música de Itajaí, e em 2004, na 7ª edição do Festival, abriu o show de Adriana Calcanhotto.

Gravou seu primeiro disco em Porto Alegre, em 2004. Com o músico Daniel Montero, abriu o show de João Bosco, em 2007, no Anfiteatro da Univali. Na 10ª edição do Festival de Música, em 2007, abriu o show de Gal Costa.

Além de aulas regulares de canto popular, Giana Cervi ministra cursos de preparação vocal para profissionais da voz em geral. Atualmente é professora de canto do Conservatório de Música Popular Cidade de Itajaí, além de fonoaudióloga e musicoterapeuta.

Keila Araújo iniciou a sua carreira musical aos sete anos, quando começou a estudar piano e teoria musical. Aos 10 anos ingressou no Coral das Meninas Cantoras dos Canarinhos de Petrópolis. Mais tarde, aos 13 anos começou a estudar Saxofone, instrumento que toca até hoje. Aos 18 anos ingressou no Coral Municipal de Petrópolis, Coral Contraponto e Coral Juvenil do Colégio Werneck, permanecendo neles por quatro anos.

Em 2007 realizou a abertura do show de Zezé Mota na 10 ª edição do Festival de Música de Itajaí onde interpretou "O Poder da Criação", de João Nogueira; "O Coco do Coco", de Guinga e Aldir Blanc; "Beatriz", de Edu Lobo e Chico Buarque; e "Somos Todos Iguais Nesta Noite", de Ivan Lins e Victor Martins. Recentemente, realizou junto ao músico Marinho Uriate o show "Tudo que é samba, samba" no Teatro Municipal de Itajaí



Os músicos:

Willian Goe (bateria e direção musical) iniciou a carreira musical atuando em bares da região. Junto à banda Armação Instrumental realizou algumas aberturas de shows no Festival de Música de Itajaí. Integra o Trio Americanto - proposta de música latino-americana desenvolvida juntamente com os músicos Daniel Montero e Evandro Hasse. Integrou a banda dos projetos Bárbara Canta Chico em 2006 e 2007 e A Cor do Tom, em 2008.

Chico Preto (percussão) iniciou suas atividades na música em 1994 em bandas de samba e em escolas de samba de Itajaí. É um dos fundadores da banda Tribuzana. Integrou bandas na abertura de vários shows durante o Festival de Música de Itajaí. Foi instrumentista convidado do projeto Bárbara Canta Chico e tocou com Elza Soares em seu último show em Itajaí, em julho de 2008. Faz parte do grupo de samba e choro Siriguidum.

Rafaelo de Góes (violão) é músico e compositor há 15 anos. Toca violão, cavaquinho, contrabaixo, se apresentando em shows, bares, e teatros. Acompanhou desde 1998, o Coral da Univali em suas apresentações e nas várias formaturas, tocando na Banda com Mariozinho (Tribuzana), Arnou de Melo, Evandro Hasse e Ricardo Dias. Participou na produção, direção, redação e execução musical (tocando cavaquinho) no Musical "Sambíssima Trindade", espetáculo sobre a vida de Noel Rosa, Lupicínio Rodrigues e Cartola, que estreou em janeiro de 2006 no Teatro Municipal de Itajaí, com sucesso de público e crítica. Compositor que privilegia o cenário de belezas naturais e culturais da região como pano de fundo de sua obra, abriu em 2005 o Show de Edu Lobo no 8º Festival de Música. Como compositor tem importantes parcerias com os mineiros do Clube da Esquina, Murilo Antunes e Beto Lopes, que já foram regravadas por outros artistas.

Duda Cordeiro (baixo) atua profissionalmente há mais de quinze anos em bailes e eventos. Cursa a Faculdade de Música na Universidade do Vale do Itajaí. É professor de contrabaixo e prática instrumental do Conservatório de Música Popular Cidade de Itajaí e integrante da Banda Samburá.

Por: Prefeitura de Itajaí

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