Dennis Werner

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Ensaios Desbocados

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Finalidades e metodologias de pesquisa

Sobre princípios éticos e políticos

What makes something wrong and what makes something sick?

Leis e princípios: evitando arbitrariedades

Porque as leis não devem almejar a justiça

Reflexões sobre a Cantata: Christ lag in Todesbanden

Hamlet: A Tragédia da Indignação Moral

Porque não precisamos de um livre-arbítrio

2003. "Princípios morais e a evolução de um senso moral." Revista de Ciências Humanas 34 (Outubro). p. 253-281 UFSC. ISSN 0101 958

click here for the full-text English version: Moral Principles and the Evolution of a Moral Sense

  Estudiosos muitas vezes confundem descrições ou explicações a respeito do que é com julgamentos a respeito do que deve ser. As falácias naturalísticas, relativistas e moralísticas que se derivam desta confusão são especialmente comuns nas avaliações de teorias sobre a evolução da moralidade. Esta revisão da literatura examina aspectos do nosso senso moral que evoluiram do altruísmo comum nos grupos de parentesco e da acomodação às hierarquias de dominância e reciprocidade mais típicas em grupos maiores. Muitos estudos apontam para a necessidade de cautela a respeito do nosso senso moral. Mais especificamente, a nossa indignação moral e o nosso senso de justiça refletem principalmente uma preocupação com o nosso lugar nas hierarquías de dominância, e não preocupações morais legítimas.

Um sistema moral baseado no princípio de aumentar o "bem-estar" em vez de"justiça" permite aproveitar pesquisas empíricas para descobrir as melhores maneiras de aumentar o bem estar. Também evita a dependência no livre-arbítrio tão importante em outros sistemas morais, e assim permite uma visão mais determinista-científica da natureza humana. Estes temas de filosofia moral são pelo menos tão antigos como a Reforma Protestante.

PALAVRAS CHAVES: evolução da moralidade; moralidade; altruismo; reciprocidade; justiça; Reforma Protestante